FOI “ERRO HUMANO” QUE OS MATOU? Novas evidências surgem sobre as trágicas mortes de 5 mergulhadoresMembro | FALTAVA-LHES O EQUIPAMENTO ADEQUADO! ELES MORRERAM AFOGADOS DEVIDO A “ERRO HUMANO”

FOI “ERRO HUMANO” QUE OS MATOU? Novas evidências surgem sobre as trágicas mortes de 5 mergulhadoresMembro | FALTAVA-LHES O EQUIPAMENTO ADEQUADO! ELES MORRERAM AFOGADOS DEVIDO A “ERRO HUMANO”

FOI “ERRO HUMANO” QUE OS MATOU? Novas evidências surgem sobre as trágicas mortes de 5 mergulhadoresMembro | FALTAVA-LHES O EQUIPAMENTO ADEQUADO! ELES MORRERAM AFOGADOS DEVIDO A “ERRO HUMANO”

Novos detalhes estão surgindo a respeito das mortes de cinco mergulhadores italianos que morreram tragicamente por afogamento durante um mergulho nas águas profundas das Maldivas, no início deste mês.

De acordo com o socorrista e especialista em recuperação finlandês Sami Paakkarinen, o grupo não estava equipado com o material adequado para mergulho em cavernas quando ficou preso a aproximadamente 200 pés (cerca de 60 metros) de profundidade, no dia 14 de maio. Segundo relatos, os mergulhadores morreram a apenas 15 minutos de alcançar a superfície.

Paakkarinen descreveu o incidente como um “trágico erro humano”, explicando que faltava às vítimas equipamentos de segurança fundamentais, comumente utilizados durante mergulhos em cavernas, incluindo um carretel de mergulho e uma linha-guia.

“Infelizmente, na maioria dos acidentes de mergulho em cavernas, a causa principal é sempre o erro humano”, disse ele ao *The Sun*.

Ele acrescentou que os mergulhadores não estavam utilizando equipamentos especializados para mergulho em cavernas, projetados para a navegação em ambientes subaquáticos fechados ou de baixa visibilidade.

“O equipamento com o qual os encontramos não era o ideal. Eles não estavam usando equipamentos próprios para mergulho em cavernas”, afirmou Paakkarinen.

Ele também enfatizou a importância crítica das linhas de segurança durante mergulhos em cavernas, observando que entrar em cavernas subaquáticas sem uma linha é considerado extremamente perigoso. “Em geral, para aqueles que visitam cavernas, é de conhecimento geral que não é muito sensato fazê-lo sem uma linha de segurança”, explicou.

CONTEXTO HISTÓRICO:

Cinco mergulhadores italianos morreram durante uma expedição catastrófica de mergulho em cavernas nas Maldivas, em 14 de maio, no que as autoridades descreveram como o acidente de mergulho mais fatal da história do país. Uma sexta pessoa — um socorrista militar maldiviano — morreu posteriormente durante as tentativas de recuperação dos corpos. O grupo desapareceu enquanto explorava um profundo sistema de cavernas subaquáticas perto do Atol de Vaavu, descendo a aproximadamente 50–60 metros (164 a 200 pés) abaixo da superfície — bem além do limite de mergulho recreativo das Maldivas, que é de 30 metros (98 pés).

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores da Itália, os corpos de Monica Montefalcone, de 52 anos, e de sua filha Giorgia Sommacal, de 20 — juntamente com os de Muriel Oddenino, de 31, e Federico Gualtieri, de 31 — foram recuperados no interior da caverna Thinwana Kandu, após um intenso esforço internacional de recuperação. O corpo do instrutor de mergulho Gianluca Benedetti já havia sido recuperado alguns dias antes.

As autoridades declararam que o corpo de Benedetti foi encontrado inicialmente perto da entrada da caverna, enquanto os outros quatro mergulhadores foram descobertos posteriormente, mais ao fundo do sistema de cavernas, por uma equipe de recuperação finlandesa.

O trio especializado em recuperação — composto pelos mergulhadores experientes Sami Paakkarinen, Jenni Westerlund e Patrik Grönqvist — chegou às Maldivas após as autoridades locais, segundo relatos, demonstrarem não possuir o equipamento necessário para acessar com segurança o sistema de cavernas, que atinge uma profundidade de aproximadamente 500 pés. Os mergulhadores já haviam participado anteriormente do dramático resgate, em 2018, de um time de futebol juvenil que ficou preso na Tailândia.

Os mergulhadores italianos desapareceram na última quinta-feira, durante uma expedição perto do Atol de Vaavu, enquanto estavam a bordo do iate *Duke of York*. As autoridades afirmaram que o grupo tinha permissão para realizar pesquisas no recife de coral como parte de uma missão envolvendo indivíduos vinculados à Universidade de Gênova. No entanto, as autoridades declararam que a proposta aprovada pelo grupo não incluía planos para entrar no sistema de cavernas subaquáticas.

As autoridades observaram que alertas de condições climáticas severas haviam sido emitidos na ocasião, com mar agitado e visibilidade reduzida criando condições subaquáticas potencialmente extremamente perigosas. Permanece incerto o motivo pelo qual decidiram entrar na caverna.

Especialistas afirmam que o mergulho em cavernas é uma das modalidades de mergulho mais perigosas, pois os mergulhadores não podem simplesmente nadar diretamente para a superfície em caso de emergência. Em cavernas subaquáticas escuras, a visibilidade pode desaparecer instantaneamente se o sedimento for revolvido, deixando os mergulhadores desorientados e “sem saída”. Os investigadores estão agora examinando:

• Se o grupo ultrapassou as profundidades de mergulho autorizadas

• Se o mergulho possuía a devida autorização

• Por que as autoridades, segundo relatos, não foram informadas de que a expedição envolvia mergulho em cavernas 

• Se o treinamento ou o equipamento inadequados contribuíram para as mortes.

Se o treinamento ou o equipamento inadequados contribuíram para as mortes.

O Ministério Público italiano teria aberto uma investigação paralela sobre possíveis acusações de homicídio culposo ou violações de segurança relacionadas à expedição.

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